Tenho inveja de quem é alto, de quem come muito e não engorda, de quem sabe cantar ou tocar um instrumento. Babo de inveja quando vejo alguém dançando bem e por aí vai.
É interessante ver como inveja é um sentimento de contradições. Ela traz dentro de si um lado positivo – eu estou admirando algo que é belo – mas ela é capaz de despertar dentro de mim algo negativo.
Se bem trabalhada, a inveja pode servir de incentivo e nos faz aprender o que admiramos. Mas, para estes problemas de genética, não tem jeito mesmo. Temos que aprender a conviver com os nossos limites.
Mas inveja braba, daquelas de me deixar no chão eu tenho de quem sabe costurar. Já tentei aprender, já tive máquina de costura (dei para alguém em uma mudança de casa), mas não levo jeito. Como as costureiras são cada vez mais raras, fico aqui admirando os tecidos e os belos trabalhos que as pessoas conseguem produzir.
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