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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Exposição

O bordado é um trabalho delicado e que vai tecendo desenhos com linhas coloridas e agulhas.

A cada ponto o desenho vai tomando formas e expressa a nossa alma, traz vida e alegria.













Eu levei algumas toalhas e o quadro de lembranças que você já viu por aqui



Com linha e uma agulha
Eu mudo minha vida 
Um pequeno ponto de amor
E eu faço uma viagem

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Exposição

Neste fim de semana foi realizada a exposição do Espaço Maria Arte e Oficio.

Cada aluna expõe os seus trabalhos pessoais e a turma faz um trabalho de pesquisa. Este ano escolhemos a obra de Guignard.

Alberto da Veiga Guignard, é o pintor brasileiro considerado um ícone da arte moderna, e em sua obra encontramos traços líricos e amenos.

Aos 36 anos, conheceu Amalita Fontenelle, por quem se apaixonou. E durante 5 anos desenhou cartões alegres, coloridos e que exibiam técnicas variadas, do nanquim às colagens, desenhos e impressões.

São 121 cartões que comemoram diferentes épocas do ano, como o Carnaval e o Natal. Não foram enviados porque este foi um amor não revelado, um amor platônico.

Nosso grupo fez uma releitura destes cartões, bordando os seus desenhos e reproduzindo as frases
.








Amanhã eu trago as fotos de alguns trabalhos

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Exposição


Temos o prazer de convidar para a

Exposição de Bordados 
Escola Maria Arte e Ofício

19 de outubro de 2014
09 às 18 horas
Rua Caldas, 47 – Belo Horizonte - MG

Pesquisas realizadas pelas alunas
Maria do Céu e da Terra
Portugal: Terra de Sousa
Guignard e Amalita
Inglaterra: Inches
Que chita bordada

Exposição do acervo do Memorial do Bordado
“Saudosas Memórias...”

Venda de Produtos produzidos por
Maria Arte e Ofício
Meninas do Cafezal

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Festa Portuguesa


Das barraquinhas de doces especializadas nos famosos Pastéis de Belém e outros doces até as comidas mais tradicionais, tais como bacalhoada, pataniscas, bolinhos e saladas frias de bacalhau, o público que for à Feira Portuguesa de BH vai desfrutar do que há de melhor na cozinha lusa, tudo devidamente regado ao bom vinho de diversas regiões de Portugal.

O Maria Arte e Ofício estará presente na Festa de Portugal com exposição e venda de bordados característicos do país.

07 de Junho de 2014
10h às 20h
Praça Marília de Dirceu
Belo Horizonte - MG

sexta-feira, 28 de março de 2014

Imperdível

Você é de Belo Horizonte? Vai visitar a cidade nos próximos dias?

Esta semana eu visitei duas exposições na cidade e elas são imperdíveis.

A primeira chama-se Povo d´água – Memória do vivido.

A Companhia de Saneamento de Minas Gerais – COPASA – em comemoração aos 50 anos da empresa reuniu aproximadamente 70 funcionários e eles registraram nas telas, fio a fio, a memória e o diálogo entre povos das águas de Minas Gerais.

O oficina, sob a responsabilidade do Grupo Matizes Dumont, recuperou e registrou trechos da história da COPASA por meio dos bordados produzidos coletivamente pelos empregados.

A exposição fica até o dia 13 de abril de 2014 (Rua Mar de Espanha, 525)






A segunda exposição – O Jardim de Adelícia – fica em cartaz somente até o dia 30/03/2014 na Galeria de Arte GTO (Av. Augusto de Lima, 420).

Os trabalhos da artista Adelícia Amorim mostram a qualidade e a maestria dos seus bordados. Nascida no norte de Minas Gerais Adelícia aprendeu o ofício ainda menina e na exuberância de suas flores percebe-se uma grande mestra do bordado.



quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Um convite



A Escola Maria Arte e Ofício e a Prefeitura de Belo Horizonte (Centro de Referência da Moda) convidam você para a abertura da Exposição Bordadas Memórias, sutis lembranças.

Nesta exposição, que tomou como referência as camisolas usadas pelas mulheres ao longo dos tempos, você vai poder viajar pela história.

Abertura: 16 de Dezembro de 2013, segunda-feira, às 19:30 horas

Local: Centro de Referência da Moda
Rua da Bahia, 1.149
Centro
Belo Horizonte - MG

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Lançamento do livro


Theresa Hilcar é uma amiga de sempre. Fomos muito próximas em tempos distantes e a amizade que nos une não precisa de presença para ser presente. A internet nos reuniu novamente e atualizamos os dados que faltavam para completar o cenário. Hoje, a jornalista e escritora mora no Mato Grosso onde é membro da Academina Sulmatogrossense de Letras. 

Em seu novo livro - No fundo do Poço não tem Moda - a escritora (na foto com o escritor Manoel de Barros), – questiona a vida e o viver e exorciza as suas dores. Na crônica Perdas e Rimas, assim escreve

Eu perdi um vestido. Minha mãe. Perdi amores. Alguns amigos. Perdi uma jaqueta de couro. A camisola do dia. Outra de renda, verde-água. Perdi uma bolsa de marca. Vários lençóis de puro algodão. Perdi avião. Um colar de ouro, uma pulseira de safira. Perdi peso. Apetite. Perdi o avô, a avó, vários tios. Perdi um bebê. Vários arquivos de computador. Perdi dois manuscritos. Uma festa importante. Meu aniversário em 1989. Perdi o gosto. O sono, a pose, o jeito. Perdi o “Livro das Ignorãças” – edição especial.

Perdi a vez. A paciência. Perdi a oportunidade de calar, de falar. De dar adeus. Perdi a conta. A vontade. Perdi o desejo de ficar, de partir, de estar. Perdi primaveras, outonos, invernos. Odeio verões. Perdi a chamada, a chave, os diários do colégio. Perdi a inocência, a vaidade, o orgulho. Enlouqueci. Perdi o senso, o humor, a piada, o estilo. Perdi o filme, o ônibus, a aula, o acordeom. Perdi o tom, uns pares de meias, alguns batons, a blusa de plumas. Perdi os pés, o salto, a máscara.

Perdi uma caixa de fotos. Três casamentos. Perdi duas alianças. Outros amigos. Perdi a infância, adolescência. Perdi a virgindade. A fé. Perdi um par de sapatos vermelhos que comprei em Paris. Perdi uma gata, a Bibi. Perdi endereços. Telefones. Perdi a esperança. Os sonhos. A libido. Perdi palavras. Horas. Perdi o tempo. Dois relógios. Perdi o bonde. A coragem. A história. Me perdi.

Tenho uma via de perdas. Esquecimentos, desleixos. A matemática nunca foi meu forte. Faço contas de diminuir. Esqueci como se soma. Não sei multiplicar. Nem dividir. Mas, separo tudo. Os dias, as noites, os minutos, filmes, livros. Separo mechas de cabelo, as maçãs maduras, os vasos de flores, os temperos, os ovos. Sei cozinhar, lavar, passar, escrever e ler. Mas não sei viver.

Acordo querendo dormir. Durmo pensando em não acordar. Passo dia esperando a noite. Da semana só gosto de sábado. Domingo tem cheiro de solidão. Vivo como se fosse ontem. O hoje é meu amanhã. Não tenho presente. Só ilusões. Delas não me perco. Elas me anestesiam. Tenho medo da loucura. A vida é doida demais. Pode ser um quadro na parede. Mas como dói, já dizia Drummond.


Neste, sábado, 28 de outubro ela vai estar em Belo Horizonte para o lançamento do seu livro e além de rever a amiga eu vou buscar um abraço apertado e o meu livro autografado. 



sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Confraternização

Preparei para o marido a festa de confraternização dos funcionários da empresa. Abusei do vermelho, verde e branco e, em cada detalhe, o prazer em receber.


O salão


As mesinhas dos convidados


Em cada lugar, uma "simpatia" para o ano-novo


Aparador com as saladas.


Tomate cereja, muzarela de búfala, manjericão e cogumelos. Perfeito.


Salada de bacalhau. Leve e saborosa.


A mesa de café e doces.


quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Convite

Vai ser um encontro especial.


Informações com Janaina Ferreira (janafbarbosa@gmail.com)