segunda-feira, 13 de outubro de 2014
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
O azeite
Tô sumida, não é? Um Bom Dia, todo dia e não consigo chegar até aqui.
É que não quero escrever. Não quero buscar imagens bonitas. Minha linha do tempo no Facebook está transbordando de mensagens agressivas e perfis falsos.
As pessoas não percebem que ao defender alguém atacando o outro ficam niveladas. Iguais.
O outro é essencial na minha vida. Eu posso não concordar com ele. Eu posso não comungar com as suas ideias e conceitos. Eu posso não beber da mesma água.
Mas ele é o meu parâmetro. Ele me faz ficar melhor. Ele me faz querer aprender e buscar o saber.
Se as urnas cuspiram um resultado que você não queria, resta aceitar.
Não posso culpar o eleitor que escolheu o palhaço ou o homofóbico. Quando utilizo a mesma moeda como resposta estou usando o mesmo ódio e preconceito. Não é a minha escolha mas tenho que reconhecer o direito do outro para fazer a sua escolha.
Livre arbítrio. Livre escolha. Respeito pela decisão tomada. Assim como eu quero que a minha decisão seja respeitada. Convivendo lado a lado dando ao outro o que temos de melhor.
Semelhante ao azeite. Produzido à partir da azeitona, fruto da oliveira que desde a antiguidade é considerada símbolo de sabedoria, paz, abundância e glória para os povos.
Na Bíblia o azeite é utilizado como símbolo da presença do Espírito Santo.
Quando as águas do dilúvio cessaram e a arca ainda navegava sobre as águas, o patriarca Noé soltou uma pomba que retornou trazendo um ramo de oliveira.
Na cozinha ele dá ao alimento um sabor e aroma peculiares.
A “não receita de hoje” (porque não tem quantidades específicas), mostra como podemos usar o azeite para fazer uma entrada saborosa para um jantar.
Basta juntar ao azeite pequenas porções de pimenta calabresa, ou aliche, ou zattar (utilizado na comida árabe), alho frito, ervas aromáticas e o que mais tiver em casa. Eles não se misturam, mas um fornece ao outro o seu sabor.
Pães variados e uma taça de vinho completam o cardápio.
E uma boa prosa. De preferência sobre política. Aquele política que prioriza o cidadão. Porque eu acredito que somente participando ativamente podemos mudar este país. E aprender a viver com sabedoria e paz.
É que não quero escrever. Não quero buscar imagens bonitas. Minha linha do tempo no Facebook está transbordando de mensagens agressivas e perfis falsos.
As pessoas não percebem que ao defender alguém atacando o outro ficam niveladas. Iguais.
O outro é essencial na minha vida. Eu posso não concordar com ele. Eu posso não comungar com as suas ideias e conceitos. Eu posso não beber da mesma água.
Mas ele é o meu parâmetro. Ele me faz ficar melhor. Ele me faz querer aprender e buscar o saber.
Se as urnas cuspiram um resultado que você não queria, resta aceitar.
Não posso culpar o eleitor que escolheu o palhaço ou o homofóbico. Quando utilizo a mesma moeda como resposta estou usando o mesmo ódio e preconceito. Não é a minha escolha mas tenho que reconhecer o direito do outro para fazer a sua escolha.
Livre arbítrio. Livre escolha. Respeito pela decisão tomada. Assim como eu quero que a minha decisão seja respeitada. Convivendo lado a lado dando ao outro o que temos de melhor.
Semelhante ao azeite. Produzido à partir da azeitona, fruto da oliveira que desde a antiguidade é considerada símbolo de sabedoria, paz, abundância e glória para os povos.
Na Bíblia o azeite é utilizado como símbolo da presença do Espírito Santo.
Quando as águas do dilúvio cessaram e a arca ainda navegava sobre as águas, o patriarca Noé soltou uma pomba que retornou trazendo um ramo de oliveira.
Na cozinha ele dá ao alimento um sabor e aroma peculiares.
A “não receita de hoje” (porque não tem quantidades específicas), mostra como podemos usar o azeite para fazer uma entrada saborosa para um jantar.
Basta juntar ao azeite pequenas porções de pimenta calabresa, ou aliche, ou zattar (utilizado na comida árabe), alho frito, ervas aromáticas e o que mais tiver em casa. Eles não se misturam, mas um fornece ao outro o seu sabor.
Pães variados e uma taça de vinho completam o cardápio.
E uma boa prosa. De preferência sobre política. Aquele política que prioriza o cidadão. Porque eu acredito que somente participando ativamente podemos mudar este país. E aprender a viver com sabedoria e paz.
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