sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Caçarola Mineira
Domingo era dia de visitar o avô. Ele ficou viúvo muito cedo e não se casou novamente. Morava sozinho, ao lado da casa da sua filha mais velha, que dele cuidava.
Ranzinza, ficava por horas curtindo um grande pedaço de couro e dele fazia cabos para chicotes. Sempre tive a impressão de que um dia a chicotada seria direcionada para um de seus netos. Nunca foi, era só preconceito. E conversava pouco.
Mas tínhamos a nossa recompensa. A tia abria os armários e lá sempre encontrávamos latas com biscoitos que ela mesmo preparava. Errava às vezes a receita e ficávamos por horas roendo uns biscoitos duros e sem graça.
E tinha a venda do Chiquinho. Para quem não conhece, a “venda” são pequenos espaços onde encontramos de tudo. Secos e molhados. Para pessoas e para animais. Tudo vendido à granel, de acordo com o freguês. E depois de atendidos em um balcão de madeira já ensebado pelos cotovelos dos clientes por anos à fio, nossa compra era anotada na caderneta.
Diante de tanta variedade, minha boca salivava quando via expostos os pedaços de caçarola. A caçarola deve ser prima do pudim e eu conheço a Caçarola Italiana (que pode também levar coco) e a Caçarola Mineira (feita somente com queijo).
Tenho feito muito esta receita e ela fica mais saborosa quando servida ainda morna, sem ir à geladeira. Vamos fazer?
Ingredientes:
½ litro de leite morno
13 colheres (sopa) de açúcar
5 colheres (sopa) de farinha
2 ovos
2 colheres (sopa) de manteiga derretida
5 colheres (sopa) de parmesão
Modo de preparo:
Derreta a manteiga e unte uma forma para pudim. Coloque o que sobrou depois de untar no liquidificador junto com os outros ingredientes. Bata tudo e leve ao forno preaquecido por mais ou menos 50 minutos até dourar.
Ranzinza, ficava por horas curtindo um grande pedaço de couro e dele fazia cabos para chicotes. Sempre tive a impressão de que um dia a chicotada seria direcionada para um de seus netos. Nunca foi, era só preconceito. E conversava pouco.
Mas tínhamos a nossa recompensa. A tia abria os armários e lá sempre encontrávamos latas com biscoitos que ela mesmo preparava. Errava às vezes a receita e ficávamos por horas roendo uns biscoitos duros e sem graça.
E tinha a venda do Chiquinho. Para quem não conhece, a “venda” são pequenos espaços onde encontramos de tudo. Secos e molhados. Para pessoas e para animais. Tudo vendido à granel, de acordo com o freguês. E depois de atendidos em um balcão de madeira já ensebado pelos cotovelos dos clientes por anos à fio, nossa compra era anotada na caderneta.
Diante de tanta variedade, minha boca salivava quando via expostos os pedaços de caçarola. A caçarola deve ser prima do pudim e eu conheço a Caçarola Italiana (que pode também levar coco) e a Caçarola Mineira (feita somente com queijo).
Tenho feito muito esta receita e ela fica mais saborosa quando servida ainda morna, sem ir à geladeira. Vamos fazer?
½ litro de leite morno
13 colheres (sopa) de açúcar
5 colheres (sopa) de farinha
2 ovos
2 colheres (sopa) de manteiga derretida
5 colheres (sopa) de parmesão
Modo de preparo:
Derreta a manteiga e unte uma forma para pudim. Coloque o que sobrou depois de untar no liquidificador junto com os outros ingredientes. Bata tudo e leve ao forno preaquecido por mais ou menos 50 minutos até dourar.
Gostou? Eu estou esperando a sua receita. Mande para beatrizbernardes@gmail.com e será um prazer conhecer o sabor da sua cozinha.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
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