quarta-feira, 17 de setembro de 2014

terça-feira, 16 de setembro de 2014

A grande família

O meu marido sempre disse que a minha família não sabe fazer festa: só sabe fazer reunião.

E concordo plenamente com ele.

Bem, para ser sincera, é a família do meu sogro que é muito festeira. Tudo é motivo para uma festa e se não tiver motivo eles inventam.

E nem precisa ser uma grande festa porque a diversão está garantida quando dois ou três se encontram. Eles gostam de cantar, apreciam um jogo de cartas e a mesa da cozinha está sempre disponível para as conversas de família.

Tudo começa com um golinho de café, um pão de queijo quentinho, uma broinha de fubá ou um biscoito de polvilho. Aí a prosa segue por horas.

Desde 1986 eles realizam, anualmente, a festa Reencontro dos Mendes e Bernardes - REMENBER. Em um fim de semana, tentamos reunir o maior número de pessoas e, além de muita comida, tem sempre brincadeiras entre as famílias, como a disputa “Minha família é show” com apresentações de cada grupo.




Veja aqui


Desta festa, surgiu o Jornal Remenber



Ele é enviado por e-mail, todos os meses. O jornal traz notícias da família, lembra as datas dos aniversariantes do mês, conta quem viajou, quem chegou, os nascimentos e falecimentos. Quando começou, fizemos o perfil das pessoas de 3 gerações – quem são, onde moram, o que fazem.

Completamos 6 anos e já fizemos 68 edições.

Agora, orgulhosamente apresentamos, mais um produto lançado pela família...

TCHAN, TCHAN, TCHAN, TCHAN... música de suspense porque ele é sensacional.

O Álbum de Figurinhas do Remenber.





Já comecei a colecionar o meu. Tem figurinhas difíceis (são as pessoas que sempre estão presentes nos eventos da família, ou seja, as fáceis se tornaram difíceis), foi montado todo um sistema de logística para a distribuição de álbuns e figurinhas (ele deverá estar pronto para o encontro de 2015) e a festa de lançamento foi ótima.

E assim arrumamos mais um motivo para fazer festa: ontem foi promovido um bingo cuja prenda era uma figurinha difícil...





Bom dia

Eu vi aqui

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

domingo, 14 de setembro de 2014

sábado, 13 de setembro de 2014

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Hoje é dia de saudade


Aprendi a contar o tempo com as suas orquídeas. Elas sempre chegam em setembro, mês datado em meu coração.

No passado, era um tempo de muito riso porque comemorávamos os aniversariantes do mês. Hoje, é lembrança dos que partiram.

A saudade chega de mansinho para lembrar que ficou um vazio e que não é possível frear as lágrimas porque a saudade é dor doída.

Saudade é ausência física, impressa em fotos. Foi costurada no coração e de lá não pode fugir. Não para de crescer, faz parte de nós e não tem fim.

Mas a saudade traz de volta as lembranças bonitas, as histórias cheias de vida, muito carinho e amor. A saudade até consegue trazer de volta o sorriso.

Haroldo, Helena e Maria Helena, nós nos veremos no outro lado da vida. Com certeza.